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segunda-feira, 31 de março de 2014

Ajudando a Carlota...

A Carlota é uma coelhinha, personagem principal desta história criada pela Cindy e pela Marylène, e hoje trouxe-nos alguns desafios matemáticos:
Para os resolver formámos 2 grupos, nós gostamos de trabalhar em grupo!
A Marylène distribuiu etiquetas com os animais, calhando um a cada elemento do grupo, desde o mais pequenino até ao mais crescido e depois, usando ovos de esferovite, simulamos as situações-problema, conseguindo assim chegar à sua resolução:
  • Seguindo a sugestão do Miguel P. encontramos uma outra forma de distribuir os ovos: demos 1 ovo a cada um dos 7 elementos de cada grupo; como sobraram, continuamos a distribuição, dando 2 a cada um; continuaram a sobrar e então demos 3 a cada um; como ainda havia ovos que sobravam, demos 4 a cada um e então só restou 1 ovo. - Assim é mais justo, porque cada animal recebeu o mesmo número de ovos!

  • Para saber quantos ovos tinha a Carlota no total, contamos os ovos todos juntos e deu 28, número que fomos escrever no quadro; o outro grupo obteve o mesmo resultado.
  • Finalmente, descobrimos o padrão que a coelhinha Carlota usou na sua distribuição: ela começou por dar 1 ovo ao animal mais pequeno e foi dando sempre +1 ao seguinte, por ordem de tamanho (do menor para o maior); treinamos esse padrão crescente reproduzindo-o ao redor da mesa grande e depois complicamos, transformando o padrão crescente de +1 em +2...
No final registamos, uns representaram a história e outros as situações-problema, como estes exemplos aqui:
Manipulando os materiais e pensando em grupo, conseguimos atingir os objetivos!

De tarde resolvemos colorir os ovos de esferovite e pintamo-los ao gosto de cada um...
Usamos um palito de churrasco e plasticina para os segurar em pé e assim pintados ficaram bem mais bonitos!


sábado, 29 de março de 2014

"Esmiuçando" a Páscoa...

Assim como o Natal tem um significado maior do que o Pai Natal e as prendas, também a Páscoa o deve ter... partimos à descoberta dele, conversando ao redor da mesa grande:
- Porque existe a Páscoa? O que se comemora?
Porque afinal, independentemente das convicções e práticas religiosas (ou não) de cada um, há História por detrás das festividades do ano e é importante conhecê-la.

Os mais crescidos recordavam-se que a Páscoa não é só coelhinhos e ovos de chocolate:
- Tem qualquer coisa a ver com Jesus...
- No Natal o Jesus nasceu e na Páscoa eu acho que morreu... - disse o Miguel P.
- Então se o Jesus morreu, porque é que se faz uma festa? Morrer é uma coisa boa, alegre, para se festejar?
- Não... isso é porque depois Ele...(hum)... ficou vivo outra vez! 
- Queres dizer que o Jesus ressuscitou?
- Isso, já não me lembrava da palavra, Ele ressuscitou!

E então revisitamos a verdadeira história da Páscoa, contada por crianças, como nós, que fizeram um filme, no qual dramatizaram os principais passos desta fase da vida de Jesus. 
A professora explicou que estas crianças eram brasileiras e que lá no Brasil também se fala português, mas é um bocadinho diferente do nosso, porque tem um sotaque, uma forma de falar diferente...
Nós até já conhecíamos o português brasileiro, por causa das novelas da televisão e assim não foi complicado perceber quase tudo!


Todos se mantiveram bem atentos e concentrados, até um bocadinho espantados com o que estavam a ver... como é que crianças pequenas como nós conseguem contar a história da Páscoa assim?
Porque quando se quer mesmo consegue-se, temos é que nos esforçar um bocadinho mais!

Na próxima semana continuaremos a esmiuçar a Páscoa, o seu significado e os seus símbolos, também com a ajuda da Cindy e da Marylène... bom fim de semana para todos!

sexta-feira, 28 de março de 2014

E hoje foi assim...

Realizamos a experiência que ficou por fazer ontem...para responder a esta pergunta:
- Será que a semente do feijão germina/cresce se lhe faltar alguma das 3 coisas de que necessita para viver? (recordamos que estas são terra, água e luz/sol)
Para o descobrir usamos 4 copos, que etiquetamos devidamente: 
  • no primeiro semente não! Pusemos terra, regamos e pusemos à janela... mas não metemos lá a semente!
  • no segundo terra não! Pusemos o feijão e a água (embebida em algodão) e colocamos à janela...
  • no terceiro, água não! Pusemos o feijão dentro da terra e colocamos à janela, mas não o vamos regar...
  • no quarto e último copo, sol não! Pusemos o feijão dentro da terra e regamos, mas metemos o copo dentro de um armário fechado. Lá não recebe luz.
Agora vamos aguardar e o tempo nos dará as respostas que procuramos.


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Mas entretanto, terminada que está a primeira fase de elaboração da surpresa de Páscoa, passamos à segunda... e tecemos ovos!
Os mais crescidos de forma relativamente autónoma e os mais novos com ajuda dos adultos, todos conseguimos levar a cabo a tarefa. 
E que bonito ficou... mas ainda não podemos mostrar! ;-)

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Finalmente, terminamos o dia com uma atividade que se tornou viral, que se diz agora ;-) (isto é, contagiou muitos de nós): inventamos bonecos com post-it's, o que foi uma coisa fantástica, porque os meninos pequenos também quiseram fazer e assim, a brincar, conseguiram representar o esquema corporal, mesmo aqueles que normalmente ainda só fazem garatujas... porque estão nessa idade ;-)
Escolhemos 4 cores diferentes, posicionamos 3 post-it's na folha (em cima, ao centro e em baixo) dobramos um dos post-it a meio e cortamos para fazer os 2 braços; colamos tudo na folha de papel e depois desenhamos cada parte do corpo no seu lugar: em cima a cabeça, no centro a barriga, em baixo as pernas e dos dois lados os braços!
Trabalhamos a noção cromática (cor), as noções topológicas (localização no espaço), a motricidade fina (dobragem, recorte e colagem), a consciência de si, o esquema corporal, a capacidade de representação gráfica... tantas aprendizagens numa mera brincadeira de final de dia!
O Miguel P. ficou tão orgulhoso do seu boneco que pediu para tirar uma foto com ele ;-)
E cá pela Sala Fixe, ninguém nega uma foto a alguém que esteja orgulhoso do que fez!


quinta-feira, 27 de março de 2014

Sementeiras... e (mais) ovos de chocolate!

Primeiro foi lá fora, na horta e agora que o tempo não tem ajudado, semeamos dentro na sala.
Já sabemos como são constituídas as plantas: tem raiz, caule, flores e/ou folhas e também sabemos que, para viverem, precisam de: terra, água e luz do sol.
Então passamos à ação, preparando a terra para receber as sementinhas...

A primeira sementeira foi conjunta, em garrafões de água cortados, onde colocamos sementes de amores perfeitos...
A segunda sementeira foi individual, cada um semeou um feijão num copinho transparente, para poder observar melhor a sua evolução. Marcamos os copos com um pauzinho onde escrevemos o nosso nome (alguns meninos mais novos já conseguem escrever o nome sozinhos!)
Ficaram assim as nossas sementeiras de hoje:
Ainda registamos o processo:
Já não houve tempo para uma experiência, que ficou para realizar amanhã... tudo isto porque continuamos a trabalhar para a Páscoa e hoje foi dia de pinturas doces... é verdade, fizemos ovos de chocolate!
Como? Foi fácil, usamos chocolate líquido, um pincel, duas batatas cortadas ao meio esculpidas com desenhos...
Ficaram giras e cheirosas as nossas pinturas com chocolate!

quarta-feira, 26 de março de 2014

Ovos e chocolate

Hoje é o Dia do Chocolate!
A mãe da Ariana não se esqueceu e hoje levou-nos algo com que comemorarmos :-)

No final do lanche distribuímos os ovinhos e ouvimos duas meninas a conversarem:
- Foi muito simpática a mãe da Ariana, não foi?
- Foi, sim senhora! Temos que lhe dizer obrigada.
Aqui fica então o agradecimento dos fixes à D. Eunice, pela lembrança e pela simpatia.

E o dia continuou com a revisitação da Sinfonia de Prokofiev e da história do Coelho Alberto, que já conhecemos de cor e salteado, e também com a sessão de expressão motora (exercício físico, como aprendemos a chamar) que também andou à volta da mesma história... mas desta vez não tiramos fotos, fica para a próxima!

E por falar em ovos, eles também continuaram presentes... 
Na área dos projetos, nos preparativos da Páscoa, contornamos e recortamos ovos em eva:
Entretanto, a Ariana teve uma ideia: 
- Eu quero fazer um projeto!
Foi buscar tampas, colocou-as como queria e pediu:
- Juca, vai aquecer a pistola da cola que eu quero colar estas tampas.
- E o que vais construir com elas?
- Vai ser um projeto,  uma coisa bestial!
Ainda não está pronto, se ela autorizar (do alto dos seus 3 anos), depois mostramos ;-)

E ao redor da mesa grande, também decoramos ovos com padrões matemáticos, por proposta da Cindy e da Marylène:
Primeiro criamos o padrão, usando diversas formas: triângulos, retângulos, círculos, corações, flores... e depois repetimo-lo na decoração das barrinhas do ovo.
Não foi complicado, os materiais utilizados tornaram a proposta mais apelativa e todos gostaram de a realizar. 
Até usamos os nossos ovos padronizados para decorar a sala, substituindo as Marias Castanhas que lá estavam penduradas há bastante tempo... 
Conseguimos criar um padrão e depois segui-lo, preenchendo com colagem ou então colorindo os espaços vazios do ovo, de forma a enchê-los de formas e cores... neste caso usamos padrões repetitivos e ficaram uns ovos bem enfeitados e alegres!

Na perspetiva de Palhares e Mamede (2000), o trabalho com padrões na Educação pré-escolar “ajuda as crianças a ver relações, encorajar conexões, estabelecer generalizações e a fazer conjecturas, para além de sustentar um tipo de pensamento que ajuda as crianças a resolverem problemas e a pensar de forma abstrata

(Mau) sinal dos tempos...


Desde sexta-feira que é impossível aceder ao Facebook nos computadores das escolas.

Mas não se sabia ainda a razão... 
Agora sabe-se... 
Se estiverem interessados em saber, a notícia completa está aqui.

Acerca disto ocorre-me referir que, apesar de não ser uma página de caráter pedagógico, o Facebook é, para mim e para muitos outros docentes deste país, uma ferramenta de interação e comunicação com pais, com educadores/professores/investigadores e crianças de outros contextos e também com outros interessados na educação de infância, no país ou no exterior.
Pela sua facilidade de utilização, permite intercâmbios e partilhas de inegável interesse pedagógico, mediadas por uma tecnologia que é, cada vez mais  acessível a todos. Para além disso, permite aceder a páginas de conteúdo pedagógico de elevado interesse e qualidade, pois quase todas as instituições ligadas à Educação, aqui estão, atualmente, representadas.

Acredito numa postura de trabalho colaborativo em Educação. 
Acredito que, partilhando o que fazemos, os nossos sucessos e dificuldades, conquistas e fracassos, dúvidas e problemas, conhecendo opiniões/críticas/sugestões de outros interessados nestes assuntos, que tal como eu  lêem, investigam, refletem e debatem a qualidade da educação que efetivamente proporcionamos (ou não...) às nossas crianças, todos crescemos.

Defendi, há uns anos atrás, a minha tese de Mestrado em Supervisão Pedagógica com um trabalho de supervisão de pares, de caráter reflexivo e colaborativo, mediado pela tecnologia com vista ao desenvolvimento profissional, donde extraí estes excertos pertinentes:

"Quanto ao desenvolvimento profissional, como realça Lima (citado por Alves & Flores, 2010), um dos maiores desafios que se colocam aos profissionais de educação 'é o de serem capazes de desenvolver uma profissionalidade que assente, não exclusivamente no intercâmbio directo com os ‘seus’ alunos, mas também na interação alargada com outros profissionais' (p. 56)".  Os mesmos autores concluem dizendo “torna-se, por isso, essencial, desenvolver estratégias e capacidades para aprender com os outros, a partir dos outros e para os outros” (p. 97).
"Veiga Simão et al. (2009) reforçam esta ideia, acrescentando que os resultados da investigação têm demonstrado que, quando é valorizado o trabalho colaborativo, o crescimento profissional dos professores aumenta, dado essa colaboração ser facilitadora da partilha de experiências de sucesso e também possibilitar uma aprendizagem pelo conhecimento dos erros dos seus pares." 


O Ministério da Educação está, desta forma, a limitar a capacidade que existia anteriormente de se fazer tudo isto e isso é muito triste. 
Ainda para mais, estamos inseridos num agrupamento que é TEIP (território educativo de intervenção prioritária), o qual tem, no seu Plano de Melhoria, indicadores que visam aumentar as interações mediadas pelas TIC... irónico, não?


terça-feira, 25 de março de 2014

Dia de Sinfonia

Sim, daquelas de música clássica a sério!
Foi assim que começamos o nosso dia, ao som da Sinfonia Clássica, 3º andamento, de Sergei Prokofiev, que é esta aqui:


Fechamos os olhos e escutamos com atenção... todos disseram que gostavam, que a música era bonita e os fazia sentir bem! Até os mais pequeninos...

Alguns dos mais crescidos recordavam-se de já a ter ouvido:
- Tinha um coelho... e um crocodilo...
Pois é, esta música tem mesmo uma história escondida lá dentro, a história do coelho Alberto, que quisemos recordar/conhecer. 
Então a Cindy contou-a e foi fácil de lembrar/memorizar. 
Seguiu-se a aprendizagem da mímica e ficamos prontos: primeiro contamos a história sobre a música e depois (guardando as palavras na cabecinha) só com a mímica:


Mais tarde representamos a história distribuindo as personagens e os adereços; foi um entusiasmo, todos queriam e tivemos que fazer vários grupos de atores, todos muito empenhados (mas alguns envergonhados! ;-)
E não é que não conseguimos arranjar um crocodilo que fosse verdadeiramente assustador? - Era para não assustar muito os coelhinhos!
Também passamos para o papel aquilo que quisemos sobre esta vivência em torno da música clássica... se nunca viram uma sinfonia desenhada, aproveitem...

Sinfonia desenhada: o coelho Alberto e a música de Prokofiev on PhotoPeach 

"A música de Prokofiev assume um significado tal com a história do coelhinho, que a própria opinião sobre a música se altera. Com efeito, o gosto musical depende muito do significado que retiramos das músicas. É por isso que é fundamental a utilização de historias, mímicas, danças, gravuras que se associem à audição da música contribuindo, assim, para a construção de significados"
Brochura DGIDC, 2009 "As artes no Jardim de Infância"

Também começamos a trabalhar para a Páscoa que aí vem na área dos projetos. 
Querem saber o que estamos a fazer? 
Pois querem, são tão curiosos como a Silabinha, que lá passou hoje nas mãos da Leonor e perguntou-nos assim:
- O que é que es tão a fa zer ? (esta fantoche fala a silabar, lembram-se?)

Não há melhor exemplo de mobilização e aplicação dos conhecimentos a novas situações ;-)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Silabinha, Rimas e Adjetivite

Hoje foi dia de história e esta semana tocou à Cindy contá-la. 
Foi esta a surpresa que ela trouxe...
A Marylène e os fantoches  Silabinha,  Rimas e Adjetivite também ajudaram ;-)
E todos estivemos muito atentos e concentrados no que estávamos a ver!
Imitando os 3 personagens que tínhamos acabado de conhecer, trabalhámos a consciência fonológica:
  • falando a silabar tal como a Silabinha,
  • falando a rimar, tal como a Rimas 
  • falando com adjetivos, como fazia o Adjetivite
Descobrimos ainda outras formas de falar: alto, baixo, depressa, devagar, com voz grossa ou fininha e até falar normal... com ajuda dos três novos amigos!
Decidimos então construir um fantoche para cada um de nós; apenas teríamos que pensar como gostaríamos que eles fossem e como iriam falar e depois dar-lhes um nome!
Deitamos mãos à obra...
Desta vez a sala parecia uma Oficina de Fantoches de meia (obrigada pais pela colaboração!) e foi uma azáfama para escolher os pormenores e materiais a utilizar: os olhos, o nariz, a boca, o cabelo, com ou sem chapéu e ainda... os óculos! ;-)
Sim, porque bastou a Sofia pôr óculos na sua Joana, para muitos outros quererem também... afinal temos vários meninos e meninas na sala com óculos. E todos estavam assim felizes :D
Quando os fantoches ficaram prontos, apresentámo-los ao grande grupo, dizendo como se chamavam e como falavam... a silabar? a rimar? a adjetivar? Ou de outra forma qualquer?
Alguns ficaram com um bocadinho de vergonha na hora de subir ao palco, mas não havia razão para isso e todos conseguiram apresentar o seu fantoche. 
Aqui estamos nós e os nossos novos amigos!

Fantoches de meias ;-) on PhotoPeach 

O fantoche é um veículo extraordinário para a educação da criança, 
trazendo ao mesmo tempo momentos inesquecíveis de alegria e lazer.
E assim foi hoje por aqui...

sexta-feira, 21 de março de 2014

Árvore(s)...

Num Dia da Árvore chuvoso, recordamos e descobrimos muitas coisas sobre elas... cá dentro!
Muitas cabeças juntas pensam melhor e conseguimos fazer um verdadeiro brainstorming  (tempestade de ideias) com todas as coisas que as árvores nos dão! Afinal, elas são nossas amigas e são seres vivos também, tal como as pessoas, os animais e as plantas.

Com tantas ideias a fervilhar na cabeça, combinamos levar à próxima Assembleia de Escola a notícia do que sabemos sobre as árvores mas, para fazer isso, a Anita (que é a nossa presidente) precisa de um suporte visual que a ajude a lembrar-se de tudo o que tem de dizer, pois ainda não sabe ler!
E porque não levar um cartaz grande e bonito, feito em trabalho de grupo?
Distribuímos as tarefas entre mais velhos, mas alguns dos mais novos também quiseram ajudar ;-) e deitamos mãos à obra!
As imagens ilustram bem o nível de envolvimento e de autonomia que manifestamos.
O cartaz está quase, quase pronto e vão lá estar todas as coisas que descobrimos!
Não é fácil, mas vamos conseguir... todos juntos!

"Sozinho eu vou mais rápido, mas juntos vamos mais longe"


quinta-feira, 20 de março de 2014

Hoje chegou a Primavera...

Sabem porquê?
Porque o Equinócio da Primavera em 2014 é no dia 20 de Março às 16h57.
Equinócio é o instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, corta o equador celeste. A palavra, de origem latina, significa “noite igual ao dia”, pois nestas datas dia e noite têm igual duração.

Esse instante marca o início da Primavera no Hemisfério Norte, que se prolonga por 92,79 dias até ao próximo Solstício, que ocorre no dia 21 de Junho às 11h51, altura em que chega o Verão!  Quando ocorre no verão Solstício significa que a duração do dia é a mais longa do ano.; quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.

Vai-te ao longo da costa discorrendo,
e outra terra acharás de mais verdade,
lá quase junto donde o Sol ardendo
iguala o dia e noite em quantidade.”
Lusíadas, II, 63.

E chegou logo pela manhã à Sala Fixe, como se vê nesta pintura da Maria João (3 anos) :-)

Olhando pela janela até conseguimos ver a Primavera... 
- Onde?
- Na árvore! Tem flores e folhinhas verdes...

E então trouxemos para a sala não uma, mas muitas árvores da Primavera!
São árvores muito especiais: árvores-braços com folhas-dedos e flores-pipocas ;-)
Mas primeiro tivemos que fazer as pipocas...
- Precisamos de milho, de óleo, uma panela e o fogão!
E assim se fez... com muito cuidado para ninguém se queimar!

Seguiram-se as árvores... pintamos o ante-braço e a mão de castanho, os dedinhos de verde e depois colamos as pipocas:

Árvores-braços, com ramos-mãos, folhas-dedos e flores-pipocas on PhotoPeach 

Depois mostramos como ficaram lindas, hoje a professora esqueceu-se de fotografar...

De tarde, combinamos provar as pipocas, ao natural, salgadas e doces. Afinal, já tínhamos experimentado com alguns sentidos: sentimos o cheiro delas a cozinhar, ouvimo-las a rebentar, vimo-las na terrina... só faltava mesmo tocar-lhes e comê-las ;-)

Preparamos uma sessão de cinema: descemos os estores, distribuímos pipocas em copinhos e a professora contou esta história... escolhemos uma da Primavera, é claro!
Falava de tudo o que temos vindo a falar e de mais algumas coisas que se seguirão e entretanto... 
...comemos as pipocas todas e ficamos felizes (só a Luciana não se entusiasmou muito!)

Afinal hoje também é o Dia Internacional da Felicidade

PS: Se quiserem saber como as pipocas fazem bem à saúde espreitem aqui.


Apurando os sentidos: texturas

Brincamos com o tato... a caixinha das surpresas trouxe na terça-feira um cubo tátil, que em cada face tinha uma textura diferente e estivemos a explorar: e foram tantas as sensações que descobrimos e que conseguimos diferenciar apenas usando as mãos: áspero, macio, liso, rugoso, ondulado, fofo...

Depois foi hora de brincar para aprender!
A Marylene trouxe um jogo para descobrirmos as texturas de olhos vendados!
Havia dois sacos com diferentes objetos (de texturas e formas diferentes) e o objetivo do jogo era escolher um do primeiro saco e depois encontrar o seu par no segundo saco, apenas usando o sentido do tato!
Jogo das texturas on PhotoPeach 

Foi preciso prestar atenção... mas todos conseguimos!

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."      
Carlos Drummond de Andrade        

Ainda elaboramos colagens com diferentes texturas em simultâneo: 
Foi uma forma de tomarmos melhor consciência das diferenças que existem entre os diversos materiais... e ficaram lindas, à vista e ao toque!

Os mais crescidos ainda fizeram a planificação de um cubo, tendo aplicado texturas e formas geométricas diferentes em todas as faces... 
 
E descobrimos que é muito parecido com o jogo da macaca... vamos ter que o jogar lá fora um dia destes ;-)

quarta-feira, 19 de março de 2014

Só para ti PAI

Depois de um processo negocial árduo, em que houve diversidade de sugestões e nenhum consenso, a maioria decidiu, democraticamente e por votação, qual o presente a elaborar para oferecermos aos nossos pais.
A partir de então, abriu-se a oficina na área dos projetos e começou a labuta diária!
Foram vários os dias, muitas as horas de trabalho: rasgar, cortar, colar, recolar, pintar, carimbar, recortar, escrever... mas também - e não menos importante - saber esperar a vez, negociar, resolver pequenas disputas a dialogar (se tivéssemos calculado a trabalheira que iríamos ter, será que a escolha teria sido esta? Talvez... afinal os pais merecem!)

Conseguimos cumprir até ao fim aquilo a que nos propusemos e isso dá-nos a satisfação do dever cumprido! Com esforço, dedicação, empenho, responsabilidade e colaboração tudo ficou prontinho a tempo e horas... e aqui está, para ti papá:

Porque és o pai mais fixe
Fiz para ti este troféu
É um prémio bem merecido
Para um pai que é só meu!

Na etiqueta vai ainda o QR code, tal como explicamos em postagem anterior. Se tiverem alguma dificuldade em aceder ao vosso vídeo, por favor informem que o enviamos por email.
Só mesmo para pais fixes! ;-)

E, na nossa opinião, um pai fixe é assim, como desenhamos nesta produção conjunta...

E também é como descrevemos (e escrevemos), usando estes adjetivos simpáticos:

Esperamos que os pais fixes dêem valor ao presente que, especialmente para eles, construímos com as nossas mãozinhas: afinal, são peças únicas e originais, verdadeiro artesanato made in Sala Fixe!

E hoje não se esqueçam...

Tenham um Dia do Pai alegre, feliz e cheio de miminhos e momentos doces ;-)
Fonte da imagem: Pinzellades al món

terça-feira, 18 de março de 2014

Um presente antecipado...

Este é um presente antecipado atual, dinâmico e interativo... tal como os pais fixes!
E é de tal forma inovador que até necessita de preparação prévia!
Experimentamos os Presentes com vida, uma forma inteligente e gratuita de oferecer uma dedicatória aos nossos pais... primeiro optamos por esta, dedicada a todos:
Mas depois gravamos um pequeno video personalizado para cada um dedicar ao seu pai... 
E como funciona isto?
Resolvemos explicar hoje, para amanhã já saberem como fazer ;-)
É muito fácil, eis a explicação em duas etapas:
  1. Utilizando o vosso smartphone, abram a aplicação correspondente ao leitor QR code e apontem para o código que desejam ler.
  2. Serão direcionados para um endereço web, onde podem visualizar a mensagem em vídeo que vos foi dedicada!
Amanhã receberão então em vossas casas o vosso QR Code.
Se tiverem alguma dificuldade em aceder ao vosso vídeo, avisem, que o enviaremos por email para que o possam visualizar na mesma!

Para quem quer saber mais:
Este é um presente que utiliza QR Codes (Códigos de Resposta Rápida, do inglês Quick Response”) que são códigos de barras bidimensionais que podem ser facilmente lidos pela maioria dos telemóveis (desde que equipados com câmara), o que pressupõe sempre uma ligação à internet. Este código pode ser convertido em texto interativo, num endereço de URL, num vídeo ou em qualquer outro tipo de informação.
Os mais recentes smartphones já vêm de fábrica com leitores de QR Code, mas existem várias aplicações, disponíveis gratuitamente na internet, específicas para o efeito, tal como o QR Droid (download gratuito aqui).
O Bloguefólio até já tinha um QR Code, que permite aceder ao blogue em qualquer lugar, de forma simples e rápida... basta apontar o smartphone ;-) é este aqui:
E por hoje não contamos mais nada... as novidades vão ficar todas para o dia especial de amanhã! Não é que não haja o que contar, pois passamos um dia bem atarefado... a professora é que se esqueceu da máquina :-(

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